Relato de uma experiência tecnológica

Sempre estive em contato com a tecnologia, tanto profissionalmente como por lazer. É minha formação e especialidade, mas nunca tinha tido uma projeção ou mesmo sonho relacionado com alguma tecnologia – principalmente inovadora – até hoje.

Por entre muitos sonhos e onirismo por alguns momentos obtive certa lucidez e me encontrava num local que para mim tratava-se de algum instituto de pesquisa ou de instrução… Em determinado departamento havia muitas cadeiras e uma tela de cinema. Por lá havia muitos cômodos, mas o ambiente todo estava sempre em meia luz.

Em alguns cômodos observei uma espécie de laser, tal como aqueles que utilizamos para apontar em uma tela de projeção de Datashow. Porém neste caso logo percebi que estes lasers marcavam determinados pontos fixos nas paredes… Para minha surpresa quando aproximou uma pessoa que estava próxima de mim tive a surpresa de ver ser acender uma projeção naquele canto da parece de uma tela de computador e algo como um teclado.

Olhei para o alto e imaginei que a projeção vinha do teto, de onde tinha também a luz do laser. Ao olhar ao meu redor vi que havia várias pessoas usando deste computador que na realidade era uma avançada projeção luminosa na parede.

Fiquei confuso mas ao mesmo tempo com lucidez imaginando como funcionava este avançadíssimo sistema de interface homem máquina. Imaginei que devia haver um computador central e que a interface era projetada tal como realizamos com um Datashow nos pontos marcados pelo laser, porém era uma projeção diferente da que estamos acostumados pelo Datashow. Formava-se um enorme monitor e um teclado que a pesar de serem apenas luz eram muito prático e fácil de manipular, tal como nossos equipamentos “físicos”.

Não sei se por assistir muita ficção científica repliquei esta ideia, mas o mais interessante é que há certa lógica nos “marcadores” lasers que indicam para as pessoas os “terminais” disponíveis e que ao aproximar e provavelmente incidir o corpo sobre o laser é automaticamente ativado a projeção do computador. Nunca pensei nisto e nunca vi esta ideia em nenhum filme ou leitura minha, o que talvez reforce a hipótese da projeção astral para este caso. Também o fato de eu estar vendo o equipamento projetado e ao mesmo tempo estar pensando com lógica e coerência no funcionamento, tentando encontrar em respostas e fazer paralelo com o que conheço é para mim sinônimo de lucidez e portanto coerência, algo que não temos em sonhos.

Fato é que a tecnologia no plano espiritual esteve sempre muitas décadas a frente da nossa.

Miopia? Só no corpo…

A miopia é um distúrbio ocular no qual objetos próximos são vistos com clareza, porém os distantes não, sendo estes visualizados de forma “borrada” ou fora de foco.

Tenho miopia desde aproximadamente três anos antes de iniciarem minhas projeções involuntária. De fato, ao vivenciar o fenômeno da projeção eu já contava com pouco mais de três graus de miopia e foi nesta época de curiosamente descobri ser esta uma limitação apenas física!

Enquanto fora do corpo, de posse de outro veículo mais sutil ou extrafísico, sempre vivenciei uma visão perfeita (inclusive mais perfeita da que percebo fisicamente de posse de óculos corretivos). Segue a seguir o primeiro relato no qual registro este fato:

“(…) Após um período de inconsciência característica do sono comum ou cochilo retomei a lucidez estando eu fora do corpo! Percebi que eu estava acima de meu corpo físico, porém em uma posição um tanto esquisita: quase que de ponta cabeça… Vi nitidamente a porta de meu quarto fechada e imediatamente percebi que não tenho miopia no psicossoma (…)”

Esta projeção me fez refletir que uma pessoa deficiente visual poderá naturalmente experimentar a visão extrafísica, porém talvez para o caso de a deficiência existir desde o momento do nascimento exista então neste caso alguma dificuldade (provavelmente exigindo do projetor maior lucidez ou capacidade de recordação) para que o cérebro físico possa digamos “decodificar” estas informações sensoriais de imagem, já que o indivíduo nunca pode receber e registrar estes estímulos na memória pelas vias oculares, mas acredito firmemente que o indivíduo “cego” poderá enxergar extrafisicamente em projeção.

Continuando, pouco tempo depois registrei em outro relato:

“(…) não havia mais agora efeitos oníricos e estava caminhando e observando aquela avenida que conheço de longa data. Interessante observar mais uma vez que não tenho miopia fora do corpo e na realidade tudo é visto com cores mais vivas, de maneira que a visão aqui parece ser mais real do que quando dentro do corpo físico. (…)”

Nossas deficiências físicas – o que provavelmente inclua também nossas limitações intelectuais, emocionais etc. – não necessariamente são replicadas em nossos veículos mais sutis de manifestação ou psicossoma. Fato este que me leva a crer que até mesmo uma pessoa cadeirante ou deficiente mental poderá em projeção vivenciar outra realidade muito diferente da que se encontra fisicamente.

Experimentei em diversas ocasiões verificações semelhantes as relatadas acima, a exemplo de uma ocasião na qual obtive um rápido retorno ao corpo, abrindo os olhos em seguida e me surpreendi ao experimentar a visão extrafísica para logo em seguida a física… Drástica diferença!

Em outras ocasiões pude verificar que mesmo sendo o corpo sutil uma cópia fiel do físico e mesmo estando eu praticamente o tempo todo de óculos não faço uso de cópia alguma de meus óculos quando fora do corpo, nem mesmo por condicionamento físico.

Tratando-se ainda destas experiências visuais outro fato interessante que ocorreu comigo foi de  certa vez enquanto realizava uma prática de relaxamento e deitado de barriga para cima poder – ainda interiorizado no corpo físico – ver o teto do meu quarto, mesmo estando com os olhos físicos fechados, ou seja, via meu quarto através de minha pálpebras.

Certamente que pelo motivo de minhas energias estarem mais soltas houve uma pequena ampliação das capacidades perceptivas extra-sensoriais relacionadas com a visão de modo a permitir que eu perceba de maneira lúcida a visão extrafísica ou clarividência, que naturalmente está além das pálpebras materiais. Na realidade sabemos que nossas energias e veículos mais sutis, mesmo quando interiorizados no corpo físico se irradiam além dos limites da superfície da pele, de maneira que as percepções extra-sensoriais podem ocorrer mesmo quando nos encontramos “acordados”. Desde modo provavelmente ocorrem as clarividências, clariaudiências, psicometria e tantas outras capacidades na qual todos nós podemos vivenciar, já que pele alguma conterá nossas energias e capacidades espirituais.

Dica de livro: “Renasceu por Amor”, por Hernani Guimarães Andrade

Se você gosta do tema reencarnação este livro é para você! Trata-se de um caso sugestivo de reencarnação ocorrido no Brasil e estudado por um pesquisador, utilizando-se de critérios científicos.

O livro chama-se “Renasceu por amor” e comprei ele já tem alguns anos pela internet no sebo virtual www.estantevirtual.com.br. Gostei da pesquisa.

Trata-se de um livro escrito por Hernani Guimarães Andrade em um estilo romanceado, porém com base em pesquisa de um caso real de reencarnação.

Seguindo um rigoroso protocolo de pesquisa do Instituto Brasileiro de Pesquisa Psicobiofísica (do qual o presidente é o próprio autor) descortina-se um caso muito interessante no qual além de seu aspecto científico, há um componente de natureza sentimental, dramático e profundamente humano.

Nos relatos estão envolvidas duas pessoas ligadas por fortes laços de mútua afeição que demonstra um forte apelo à razão, à veracidade da reencarnação.

Um livro emocionante e como diz o próprio autor “o amor é como a primavera, sempre retorna…”

Introdução a Bioenergia

pranaSignifica “energia da vida” e é uma espécie de campo energético que emana de todo ser vivo e desta maneira engloba todos os indivíduos do planeta.

A bioenergia tem sua existência reconhecida desde as mais remotas épocas e por diversos povos, participando desta maneira da maioria das tradições espiritualistas.

Desta forma este fenômeno recebeu diversos nomes conforme a cultura que o estudou:

Qi ou Chi, como é conhecido na China

Prana, como é conhecido na Índia (que descobriu a cinco mil anos atrás).

Energia sutil, energia vital ou “fluído vital” como é muito bem descrita e abordada no Espiritismo.

Apesar de um amplo estudo por diversos povos, foram os iogues que propuseram o sistema de CHACRAS e NADIS, existente em nosso corpo sutil (ou “duplo etérico”) e que compõe a medicina oriental a exemplo da acupuntura.

Através dos chacras, em nossos corpos sutis, absolvemos e exteriorizamos (enviamos para fora) a bioenergia e desta forma – assim como nosso processo de respiração – ocorre a movimentação da bioenergia e consequente sustentação da vitalidade ou da própria vida biológica.

A fotografia Kirlian nos fornece um interessante indício da bioenergia após capturar a interferência física que um campo elétrico causa nesta energia sutil e registrá-la na chapa fotográfica. É possível utilizar desta fotografia para diversas análises no campo da saúde.

A bioenergia é em si mesma neutra (assim como a energia elétrica), mas é modulada (ou seja, trabalhada ou modificada) pelos nossos PENSAMENTOS e EMOÇÕES, e desta maneira conduz uma informação que poderá ser benéfica ou não.

O passe espírita, terapia de Reiki ou a cura pranica são exemplo de práticas que fazem uso desta energia.

Cabe a nós cultivarmos bons pensamentos e emoções para que nossas energias sejam sempre boas e desta maneira possamos externa-las para as demais pessoas e ambientes dos quais constantemente interagimos.